O Maior São João do Cerrado retornou para Ceilândia e promete uma edição histórica. Na edição de 2025 o evento teve que ser realizado na Esplanada dos Ministérios por conta da falta de espaço.
A festa irá contar com Alceu Valença na abertura e Mari Fernandez no encerramento e acontece entre os dias 16 e 18 de agosto.
Em entrevista ao Giro Cultural, Edilane Oliveira, presidente do Instituto Brasileiro de Integração (IBI) e organizadora do evento, contou sobre a expectativa para edição deste ano.
“Esse retorno também marca uma nova fase do evento. Em 2026, o público encontrará um formato inovador, com a festa deixando de acontecer em um único espaço para ocupar diferentes regiões da cidade. Serão quatro polos espalhados por Ceilândia, aproximando ainda mais a tradição junina dos moradores e fortalecendo os laços históricos entre o evento e a comunidade”, afirma Edilane.
Consagrado como uma das maiores festividades da cultura nordestina em Brasília, o Maior São João do Cerrado este ano acontece na Praça do Trabalhador, Casa do Cantador, Praça da Bíblia e na Praça da Estação Central do Metrô.
A proposta é ampliar a forma de curtir o evento e descentralizar a festa em um único local, valorizando diferentes expressões culturais.
Edilene também falou sobre o carinho do público com a festividade e do compromisso cultural com as tradições nordestinas.
“O carinho do público vem da forte ligação entre Ceilândia e a cultura nordestina. A cidade reúne uma grande população de migrantes do Nordeste e possui uma história marcada pela valorização dessa tradição. Mais do que uma festa, O Maior São João do Cerrado representa um pedaço das celebrações nordestinas em Brasília, ajudando a manter vivas as raízes culturais e afetivas de milhares de famílias. Por isso, o evento se tornou parte da identidade cultural de Ceilândia e do Distrito Federal”, conta a organizadora do evento.
O festival é realizado com o apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), do Ministério do Turismo, além de recursos provenientes de leis de incentivo à cultura, emendas parlamentares e parcerias com a iniciativa privada.






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