A CAIXA Cultural Brasília apresenta, entre os dias 1ºa 3 de outubro, o espetáculo Zona Franca, da companhia carioca Suave, capitaneada pela diretora e coreógrafa Alice Ripoll. As apresentaçõesacontecem às 20h, e na sexta, dia 2, a sessão será com acessibilidade de audiodescrição. Haverá ainda, uma oficina gratuita, no dia 3, com 25 vagas para dançarinos e estudantes. Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos a partir do dia 26/09, às 9h na bilheteria do teatro e às 13h no site http://www.bilheteriacultural.com.br, por R$ 15 (meia) e R$ 30 (inteira).
Depois de circular por outras cidades do Brasil e do mundo, o espetáculo retorna a Brasília exatamente um após sua primeira exibição na capital federal como parte da programação do Movimento Internacional de Dança (MID), o maior evento de dança do centro-oeste. Além de apresentações, a Cia Suave promove, no dia 2 de outubro, logo após o espetáculo, uma roda de conversa sobre os processos criativos, a história do grupo e a sua internacionalização; além da Oficina de Passinho, totalmente gratuita e voltada para dançarinos profissionais e estudantes de dança, que acontece no dia 3 de outubro com 25 vagas. A sessão com audidescrição terá roteiro traduzido em voz e transmitido aos espectadores por meio de fone de ouvido individual.
Zona Franca traz perspectivas sobre as diversas mortes e vidas no decorrer de uma existência. A Cia. leva ao palco uma cena composta por questionamentos sobre as encruzilhadas: como se dão as lutas dentro de nós, entre as forças que nos compõem? Como farejar os caminhos? O quanto um encontro artístico pode mudar o rumo de uma vida?
Com este espetáculo, o grupo de dança segue com a pesquisa iniciada nas montagens anteriores “Suave” e “Cria” sobre a relação das danças urbanas e populares do Brasil com uma encenação contemporânea. Além do “passinho”, que está presente em boa parte do trabalho, Zona Franca apresenta também elementos de dança contato, teatro, pesquisas vocais, danças afro, afrohouse, Sabala, TikTok, e danças do Norte e Nordeste do Brasil, como pisadinha e brega funk.
O espetáculo tem chegado aos públicos do mundo todo, como: Kunstenfestivaldesarts (Bruxelas); Wiener Festwochen (Viena); Festival d’Automne à Paris e Centre Pompidou (ambos em Paris); BAM (Nova Iorque). “Estamos com uma caminhada internacional muito bonita, mas queremos nos apresentar em nosso país. Apesar do suporte financeiro internacional, nosso trabalho é criado no Brasil, feito por brasileiros, aborda manifestações culturais genuinamente brasileiras, e é muito mais visto por público de outros países. Mas todas as vezes que nos apresentamos no Brasil temos uma receptividade muito boa por parte do público”, afirma Alice Ripoll.





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